segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Remake de Poltergeist ganha trailer de arrepiar os cabelos



A nova versão de ‘Poltergeist – O Fenômeno’ ganhou um trailer de arrepiar os cabelos.

A história apresenta uma família que começa a ser visitada por fantasmas em sua casa. No início, os espíritos parecem amistosos e apenas movem objetos da residência. Porém, eles logo começam a aterrorizar a todos e sequestram a filha mais jovem.

Sam Rockwell (À Espera de Um Milagre), Jared Harris (Lincoln), Rosemarie DeWitt (A Estranha Vida de Timothy Green), Jane Adams (Felicidade) e Kennedi Clements (Um Herói de Brinquedo 2) integram o elenco.

O novo longa não será necessariamente uma refilmagem. Assim como o novo ‘A Morte do Demônio‘, que se parece mais com uma sequência do que com um remake, ‘Poltergeist‘ servirá como um recomeço para a franquia.

Sam Raimi (‘A Morte do Demônio’, ‘Homem-Aranha’) produz, e Gil Kenan (‘Cidade das Sombras’, "A Casa Monstro") dirige. David Lindsay-Abaire (‘Coração de Tinta‘ e ‘Robôs‘) roteiriza.

A nova versão de ‘Poltergeist – O Fenômeno’ será lançada no Brasil em 23 de julho de 2015.



Confira o trailer:

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Selfies do além


Quem disse que só os vivos gostam de tirar selfies? 

No jogo "Spooky Selfies" você interpreta um esqueleto e o seu objetivo é percorrer um cemitério apenas para tirar selfies entre os túmulos. Não entendi qual o objetivo do jogo, se você descobrir comente aqui, para mim parece ser apenas uma crítica bem humorada a obsessão das pessoas por selfies. Detalhe para a trilha sonora que é ótima e pode ser mudada com o botão direito do mouse. 

Para jogar clique aqui

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Encontro com o Horror Alado (Conto de Terror)

Olhando para o alto do céu, muitos de nós não veem os mistérios infinitos. Nós , humanos, somos com vermes para os seres que habitam os ares. Porém, acidentalmente ou não , alguns conseguem ver horrores além da imaginação humana.



Este relato foi uma amiga minha do Rio de Janeiro, a querida doutora S., quem me contou, após ouvir de um de seus pacientes uma situação verídica ou supostamente verídica ocorrida com ele, que vou chamar de Senhor H. Infelizmente a doutora S. faleceu ano passado, durante um voo de asa delta, que era seu passatempo predileto.

Como a doutora S. sabia que eu era um eventual pesquisador de criptologia, resolveu me repassar este estranho e inacreditável relato um ano antes de morrer, o relato do avistamento de um criptoide alado!

Quero, antes disso, fazer uma advertência a toda minha distinta plateia de leitores! Quero avisar às pessoas nervosas e facilmente impressionáveis que parem de ler imediatamente estas linhas porque o relato a seguir é um dos mais assustadores e tenebrosos que já ouvi e ainda agora tenho dúvida – e medo! – de torná-lo público.

Parem de ler imediatamente se vocês, caros leitores, não tiverem a inequívoca certeza de que possuem coragem para um encontro com o fantástico e o sobrenatural. Seria prudente que pessoas nervosas evitassem continuar a leitura. É bom que vocês pensem bem antes de continuar a ler o que vou contar; não me responsabilizo pelas consequências da leitura deste texto, dos prováveis surtos de medo, ataques de pânico e paranoias atemorizantes que por ventura venham a surgir em seus psiquismos cutucados pelo mistério do que vou narrar... Depois não reclamem de terem pesadelos horripilantes na calada da noite, de se retorcerem de medo na cama, suando em bicas diante da mera lembrança de um fato que abalou o pobre Senhor H. e todos que com ele experimentaram o contato chocante e indelével com o sobrenatural.

E aos meus detratores e zombadores que me rotulam de loroteiro, cuidado com os mistérios da vida e da morte porque a existência humana é fugaz e não teremos tempo de vida para resolver o Enigma da Existência ! Não, senhores, não zombem de meus relatos, não estou aqui para brincadeiras, pois tenho idoneidade e também uma reputação draconiana a cuidar com esmero e dedicação de nobre cavalheiro do sul que sou. Tudo o que conto aconteceu realmente, porém se é verdade ou mentira o que contaram para mim, não cabe a minha singularíssima pessoa julgar, pois acredito nas gentes com quem travo amizade de longa data. Todavia, se forem leitores corajosos e audaciosos, venham comigo nesta jornada infernal ao tenebroso mundo do sobrenatural, em busca de uma criatura que voa nas noites escuras emitindo um grito que faria congelar o sangue do mais cético e materialista dos homens! Um ente alado que cruza os céus, por rotas sobrenaturais desconhecidas pelas mentes mais incrédulas, vindas, quiçá, de espaços exteriores invisíveis nas camadas atmosféricas, reinos aéreos e insólitos que coexistem com o plano físico.

Queria salientar, outrossim, que minha amiga S. era, em vida, psiquiatra com um consultório de muito famoso. Ela, quando me contou o relato, tinha uma carreira a zelar e por isso pedira-me o anonimato dela e dos envolvidos neste relato medonho; teve, porquanto, a dosimetria essencial da ética para com seus pacientes que lhe eram caros como representantes dignos da raça humana e porquanto merecedores de toda bonomia diante da condição de ignorância a fatos que fogem ao “natural”, ao “normal”. Também é bom dizer que o fato dela ter me contado o relato de um paciente, não quer dizer que ele, o paciente, seja um insano ou um demente alucinado; nem todo mundo que vai ao consultório de um psiquiatra jaz sob os mantos negros e crudelíssimos da loucura, essa gripe da alma! O senhor H. não apenas fazia um “check-up” psicológico, mas procurava tratar de uma fobia que subitamente lhe acometera: medo de viajar de avião! Ele, esse homem, não teria motivos para inventar este relato que creio ser verídico na sua essência, já que é um empresário de sucesso, casado e com filhos, dono de uma rede de imobiliárias em todo o Estado e fora dele também. Eis, em síntese, o relato aterrorizante contado pelo Senhor H., condensado e adaptado de últimas comunicações epistolares que travei com a finada Doutora S.:

“Doutora S, eu tinha ido pescar num famoso lago do sul do Brasil. Estávamos numa pequena lancha, algo parecido como um “micro-iate”. Estávamos atrás dos peixes deliciosos dessa lagoa do sul, era verão, a noite era quente e uma enorme lua cheia brilhava no céu como se fosse uma bacia gigantesca de águas prateadas, onde gigantes cósmicos voadores e invisíveis oriundos de estrelas longínquas fossem para nela se banharem, sendo que o plenilúnio se refletia nas águas verdes e escuras em tons de assombrações rutilantes!

“Tínhamos levado muita cerveja gelada e muitos cigarros especiais de marijuana para que pudéssemos conversar com sossego durante toda a noite aprazível, no convés da lancha. Só entraríamos para a pequena cabine quando fôssemos dormir. Tínhamos pescado o dia todo e agora apenas curtíamos o nosso descanso merecido, assando uma tainha deliciosa ali mesmo no convés, em uma pequena churrasqueira desmontável, especial para embarcações.

“Tudo estava uma belezinha até que um de meus amigos, que havia sido expulso de uma ordem iniciática famosa e dado a leituras de tomos de ocultismo e outras obras de cunho metafísico e espiritual, e cujo apelido era “Poeta”, começou a olhar para o céu estrelado, filosofando de um jeito estranho:

“- Amigos! Olhem lá para o alto do céu e contemplem o seu mistério infinito. Nós, humanos, somos como que vermes para os seres que habitam os ares. Há, segundo dizem alguns místicos, cidades celestiais, reinos aéreos invisíveis sobre a cabeça de nós, os tolos homens. Contemplem o infinito cósmico, as solidões perturbadoras entre as estrelas, a lua lânguida, essa prostituta e rainha nua do céu, que aos poetas mais loucos seduz com sua nudez de prata. Nas estradas do ar e do céu, há rotas fantásticas por onde, por certo, voam e passeiam seres além de nossa pueril imaginação!

“Todos nós rimos achando engraçado o que ele dissera (estávamos em cinco e já de pilequinho!). Só um não riu, um de meus outros camaradas de pescaria, o Cabeção, que era o mais cético, mau humorado e ateu de entre nós:

“- Vá para o inferno com essas suas tolices místicas e poéticas! A única coisa alada e viva que tem no céu é passarinho, urubu, muriçoca e pernilongo! Vai me dizer agora que tu acreditas em seres alados e estranhos que voam pelo céu? Acreditas no Mothman ou Homem Mariposa é? Ah, ah, ah!...Não me faças rir!

“Todos riram outra vez. Menos o Poeta que pegou do bolso da jaqueta uma espécie de ocarina negra e começou a tocar, antes de falar isso:

“- Por entre os espaços siderais, por entre as camadas atmosféricas, existem gênios, criaturas e silfos, seres que bailam ao sabor das músicas do vento...Eles surgiram em eons esquecidos pela mente humana, são os reis do ar, e nele perambulam com suas asas invisíveis.

“O som da ocarina negra ecoou na lagoa envolta na penumbra , misturando-se ao marulhar das águas e ao vento vadio da noite de verão. Era um tom melancólico, uma música lúgubre e infernal evocando coisas medonhas que erravam na noite.

“De repente Cabeção ficou irado, gritou um “idiota!” para o Poeta e deu um tapa na ocarina, que foi cair nas profundezas da lagoa. Poeta ficou com raiva e os dois se engalfinharam numa luta corporal ali no convés. Felizmente estávamos ali e separamos a briga.

“Pedi calma aos dois e ofereci-lhes mais um trago de cerveja gelada. Eles se acalmaram, sentando-se no chão do convés, taciturnos.

“Neste instante, das sombras da noite, bem do alto, veio um estranho som. Parecia o piar ou guinchar de um pássaro exótico, mas não era. O som parecia gritar uma estranha palavra:

“ - Kiérghhhhk!...

“O grito ou pio horrendo parecia de ira e sarcasmo ao mesmo tempo. De repente forçamos a vista na penumbra, olhamos todos para a imensa lua cheia e vimos a silhueta alada de uma grotesca criatura meio homem, meio mariposa. Tinha, pelos contornos negros, uma cabeça como a de uma coruja, e as asas eram como as do mais negro e grande dos morcegos. Tinha o tamanho de um cavalo e aquilo nos deixou boquiabertos e arrepiados. A silhueta vez uma volta no céu, descendo em espiral sobre nós! Só vimos o vulto rápido planando ameaçadoramente sobre a gente, dando depois uma rasante que nos fez gritar de terror.

“ - Segurem-se todos! Vamos embora daqui, isto é uma encruzilhada de dimensões e aquilo é o cramulhão com as asas do fogo do inferno! – gritei dando partida ao motor da lancha e indo em direção a beira do lago, onde havia uma espécie de ancoradouro natural ou canal estreito que subia até a margem.

“Ainda olhamos para trás, para o alto do céu, e vimos, junto com as primeiras luzes vermelhas da alvorada, a criatura alada com olhos chamejantes erguer-se e sumir por entre os picos enevoados das montanhas adjacentes ao lago.

“Fomos embora quietos, calados. Nunca mais tocamos no assunto, nunca mais. Isto já faz muito tempo que aconteceu. Depois disso todos esses meus amigos morreram. E o que é mais curioso: todos morreram em acidentes aéreos, acidentes cujas causas ficaram meio que inexplicáveis. Teria sido um “Mothman brasileiro”, o que vimos naquela noite amaldiçoada? Que besta aérea seria aquela? Teria sido vingança por termos perturbado o voo daquele Horror Alado blasfemo que cavalga os ventos da noite dos condenados? Ou a ocarina negra de meu amigo teria despertado magicamente a atenção do estranho ser com asas de mariposa, corpo de homem e cabeça de coruja, ou ela teria sido evocada dos espaços interestelares ou atmosféricos pelo nosso misterioso companheiro de pescarias, o Poeta? São mistérios intrigantes que permanecem até hoje cravados como adagas de fogo do inexplicável em meu cérebro e memória, mas rezo no silêncio de minhas noites solitárias para que o Horror Alado, a besta fera com asas infernais, tenha sido uma alucinação etílica, delírio de bêbados e viciados... E é por isso que até hoje evito e tenho medo de viajar de avião, doutora S.!”

Não duvidei da história da doutora S, ouvida de seu paciente o Senhor H., mas fico a me perguntar se a morte de minha amiga, teria sido castigo por ela ter contado a mim o que não deveria ser contado pelo seu paciente, o Senhor H.?


Escrito por Rogério Silvério de Farias

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

E se "O Silêncio dos Inocentes" fosse um game retrô?


Caso você já tenha visto um dos melhores filmes sobre serial-killers de todos os tempos: "O Silêncio dos Inocentes", você irá se surpreender com essa animação feita em 8 bit que simula como seria uma adaptação do filme para um game retrô.

CineFix, um canal no Youtube, é o responsável por essa ideia fantástica! (Atenção, o vídeo abaixo contém spoilers do enredo do filme.)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Personagens de "Diablo III" ganham vida em incríveis miniaturas


Feitas no ano passado para um concurso promovido pela Blizzard para divulgar o game "Diablo III", as miniaturas esculpidas pelo artista Samo Kramberger chamam atenção pela qualidade e pelos pequenos detalhes. Medindo cerca de 30cm de altura cada, elas foram esculpidas em cerâmica plástica e pintadas com tinta acrílica.

Confira:


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

As Fábulas Negras, uma viagem aterrorizante pelo folclore brasileiro

Quatro cineastas dirigem cinco contos de terror envolvendo o folclore nacional no filme  "As Fábulas Negras"


O longa-metragem " As Fábulas Negras" promete inserir o folclore brasileiro em cenários de horror, além de reunir representantes da escassa produção do gênero no país, como José Mojica Marins — criador do lendário Zé do Caixão.

Ouvi depoimentos de pessoas mais idosas dizendo que o Saci era um ser terrível. Estou tentando resgatar um pouco disso”, explica o idealizador do projeto, Rodrigo Aragão, que dirige uma das histórias que compõem o filme. “A gente tem uma visão muito infantil do folclore brasileiro. Talvez isso aconteça muito pelo Monteiro Lobato, que retratou essas lendas para crianças”, emenda ele.

Com um roteiro dividido em cinco episódios, o filme, inicialmente, seria narrado por Mojica. Mas houve uma mudança de planos quando o pai do terror nacional descobriu que o protagonista de um dos capítulos era o Saci. “Ele falou: ‘O Saci é muuuito legaaaal. Sempre quis fazer esse personagem, porque é coisa noooossa’”, conta Aragão, imitando a voz macabra do cineasta, que não pôde comparecer ao festival por ordens médicas.

A dupla se juntou a Joel Caetano e Petter Baiestorf, que comandaram as lendas da Loira do Banheiro e do Lobisomem, respectivamente. Enquanto isso, Aragão ficou responsável pela Iara e pelo Monstro do Esgoto, único personagem criado especialmente para o filme.

“Esse conto veio de um real vazamento de esgoto na porta da minha casa. Foi uma liberdade poética movida pelo profundo ódio de você ter um vazamento ali durante dois anos”, lembra o cineasta, que mora em Guarapari, no Espírito Santo. “Alguns dos diálogos mais absurdos desse episódio existiram. Inclusive a do fiscal dizendo: ‘Olha, o vazamento é na porta da sua casa, então você será multado se não resolver.’ Todas essas coisas me motivaram a quebrar a barreira do folclore e criar a minha própria lenda.”

O casamento entre essas lendas e experiências pessoais dos diretores também motivaram toda a estrutura de ‘As Fábulas Negras’. “O filme é um pouco autobiográfico. Cresci em uma aldeia de pescadores. Brincávamos na mata. Por isso a narração do Mojica foi substituída pela de quatro crianças. A casa da Iara, a mulher que largou o marido para casar com o Diabo, realmente existiu”, diz o idealizador do projeto.

Já para Baisestorf, o que mais o motivou foi poder “nacionalizar o terror”. “Estamos sempre vendo o gênero com bicho gringo. Falta no nosso cinema a presença desses personagens dos quais crescemos ouvindo falar”, defende ele. Ele comemorou a boa reação do público, que lotou a sessão de estreia, iniciada, não por acaso, à meia-noite e meia.

A única coisa que o time não comemora é a dificuldade de produção e de distribuição dos filmes de terror no país. Inscrito em editais de leis de incentivo, o longa não foi contemplado por nenhum deles. Quando questionado sobre o lançamento no circuito comercial brasileiro, Aragão responde: “Um dos problemas que enfrentamos aqui é que existe uma mentalidade da máquina de que o terror é um subgênero. Uma segunda muralha é a distribuição brasileira, que é uma piada. Meus filmes já foram exibidos no Japão, na Alemanha, no México, na Holanda... Mas não conseguimos distribuição por aqui.”

Com direção geral de Rodrigo Aragão que assina também as histórias "O Monstro do Esgoto" e "Casa de Iara", Petter Baiestorf dirige "Pampa Feroz" sobre a lenda do lobisomem, Joel Caetano dirige o fantasmagórico conto "A Loira do Banheiro" e o grande Mestre José Mojica Marins (o Zé do Caixão) dirige o conto de terror "O Saci"! 

A produção é de Mayra Alarcón e Kika Oliveira e a fotografia de Marcelo Castanheira e Alexandre Barcelos.

Cena do conto "Pampa Feroz", a lenda do lobisomem ganha vida

Confira o trailer:

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Vilões do cinema invadem desenhos da Disney


O artista mexicano José Rodolfo Loaiza Ontiveros adora criar ilustrações de personagens da Disney em situações surreais.

Neste recente projeto, Ontiveros imagina como seria emocionante se as princesas tivessem um encontro nada agradável com populares vilões do mundo do cinema.

Por exemplo, Rapunzel foi vista com olhos temerosos quando ela ficou cara-a-cara com o Coringa. Já Freddy Krueger invadiu os sonhos da Bela Adormecida e Jason foi dar uma voltinha pelo bosque da Branca de Neve.

Confira: