quinta-feira, 22 de maio de 2014

‘A Profecia’ vai virar série de TV


O Anticristo vai tomar conta das telinhas. Segundo o The Hollywood Reporter, o canal norte-americano Lifetime encomendou o episódio-piloto de uma série baseada no clássico ‘A Profecia‘ (The Omen), de 1976.

Glen Mazzara, ex-produtor de ‘The Walking Dead‘, foi contratado para desenvolver e roteirizar a série, intitulada ‘Damien‘.

Quando Kathy Thorn dá a luz a um bebê natimorto, seu marido Robert decide protegê-la da devastadora verdade e substitui seu filho por um órfão (Damien), desconhecendo as origens satânicas da criança.

O longa original foi dirigido por Richard Donner, e teve três continuações e um remake, lançado em 6/06/2006. Uma série de televisão já havia sido planejada em 1995, mas o episódio-piloto não foi aprovado.

Não há cronograma definido.


Confira o trailer do remake feito em 2006:



Fonte: Cinepop

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Zé do Caixão assombrou cemitério durante a Virada Cultural


Você entraria em um cemitério à noite? E se fosse para ouvir as mais horripilantes histórias de terror contadas por um personagem que, supostamente, dorme dentro de um caixão? O Serviço Funerário do Município de São Paulo também participou da programação da Virada Cultural 2014.

Os fãs de histórias assombradas tiveram um encontro marcado com o lendário ícone do terror Zé do Caixão, na capela do Cemitério da Consolação. O ator recebeu o público corajoso – ou medroso – a partir da meia-noite, para ouvir seus impressionantes casos de terror, que não deixaram ninguém dormir sossegado. 

A programação contou também com uma projeção no muro do estacionamento do cemitério, realizada pelo grupo Várzea Ilustrada, na madrugada de sábado para domingo, das 20h às 5h30. Na projeção, a técnica utilizada é o live painting, desenho feito ao vivo com animação frame a frame (quadro a quadro).

Foi a primeira vez que o cemitério da Consolação integrou o circuito de atrações do evento em São Paulo. Mojica, que esteve antes no Cine Sesc acompanhando a exibição de seu clássico "À Meia Noite Levarei Sua Alma", começou a contar suas histórias por volta de 0h40 para um público de aproximadamente 300 pessoas. 

Ele falou da carreira, rogou pragas, e contou histórias assustadoras, como a de um batateiro que conheceu no passado, e que caiu em sua frente, aparentemente morto. "Pediram para eu fazer ele levantar, atendi e falei pra ele levantar, o que de fato aconteceu, todos se assustaram, mas depois fiquei sabendo que era um ataque de catalepsia, mas já era tarde, a fama dele de morto vivo ficou pra sempre, até a família o abandonou", contou. 

"Vão dormir lembrando do batateiro", comentou bem humorado ao UOL, após a apresentação. Ele lamentou não ter conseguido assustar tanto quanto gostaria. "Tinha muita gente". 

Fã de Mojica desde os 13 anos, Amanda Gonzalez, 23 anos, adorou a experiência."Foi mágico", descreveu. Mas para ela não foi surpresa ir ao cemitério de madrugada. "Fiz intercâmbio em Londres, lá isso é comum, funciona como ponto de encontro para jovens que não podem ir aos pubs". 

Para Marco Antônio, a atração principal não foi o Zé do caixão. "Soube dessa ideia da prefeitura de mudar conceito dos cemitérios de São Paulo, com o objetivo de mudar a relação das pessoas com esses espaços". 

Segundo a superintendente do serviço funerário de São Paulo, Lucia salles, a idéia é justamente essa, valorizar os espaços dos cemitérios. "Queremos mudar conceito de fúnebre para parque de memória e de vida, tem valor histórico e artístico, na verdade é um museu ao ar livre", afirma. 

Para Luis Henrique as histórias de terror do Zé do caixão serviu pra desassombrar o cotidiano de terror que as pessoas vivem em São Paulo. "Os gritos não me assustaram, o trânsito da cidade é bem pior".



Fonte: UOL e Catraca Livre

terça-feira, 20 de maio de 2014

Logo da Apple esconde segredo de outro mundo


Confira o segredo por trás do logotipo da Apple, isso explica muita coisa, somente uma inteligência superior seria capaz de tal feito, rs


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Among the Sleep: jogo de terror usará realidade aumentada


Among the Sleep, jogo de terror para PC onde você entra no papel de uma criança de dois anos, acaba de ser anunciado também para o PlayStation 4. O estúdio independente Krillbite confirmou a versão do jogo para o console da Sony e anunciou que será um dos primeiros títulos a utilizar o visor de realidade virtual Project Morpheus.

Fruto de uma campanha de financiamento coletivo que arrecadou quase US$ 250 mil (mais de R$ 550 mil), Among the Sleep é um jogo de terror diferente por usar uma criança como protagonista. Com apenas 2 anos, a imaginação do personagem torna difícil saber o que é real e o que é fantasia, deixando a dúvida se há eventos sobrenaturais acontecendo ou se é tudo fruto de sua imaginação, como o ursinho de pelúcia falante que dá dicas ao jogador.

O jogo também ganhou muito destaque por exemplificar as capacidades do visor de realidade virtual Oculus Rift de PC. A sensação de andar em primeira pessoa no papel de uma criança, tão próxima do chão e com alcance limitado, aparenta ser uma experiência muito interessante, a qual também poderá ser testado com o visor de realidade virtual Morpheus da Sony.

Por ora a equipe de produção ainda está terminando o título e não há uma data de lançamento prevista. Foi mencionado que usuários que apoiaram a produção através da campanha de financiamento coletivo terão alguma vantagem para adquirir o jogo no PlayStation 4.



Teaser:



Fonte: TechTudo

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Pegadinha do Palhaço Assassino


O que você faria se um palhaço psicótico matasse alguém na sua frente?
O canal do Youtube Dm Pranks criou uma pegadinha de deixar qualquer um com medo de palhaços, confira:



Curiosidades da pegadinha:

- Foram usados mais de 30 litros de sangue falso. 
- Foi feita em média 1 cena a cada dois dias. 
- A equipe chegou esperar cerca de 20 horas em alguns pontos até passar alguma vítima
- O peso do martelo é: 16 kg. 
- O cara no posto de gasolina pegou uma faca, mas ninguém percebeu isso até que revelaram a brincadeira. 
- O cara no túnel do metrô correu tão rápido que ninguém  foi capaz de pegá-lo para revelar a brincadeira, a lenda diz que ele ainda está correndo.
- Às 00:55 o palhaço escorregou e caiu no chão, infelizmente, a câmera estava apontando pra vítima naquele instante.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Hitchcock e o genial marketing de Psicose


Na década de 50, Alfred Hitchcock, driblou a crise financeira e de ideias que assolava Hollywood e aderiu a uma nova tendência: a produção de filmes baratos. Pagou uma mixaria pelos direitos do romance de Robert Block, contratou uma equipe de televisão para agilizar o processo de filmagem e reduzir custos, e com apenas 800 mil dólares fez Psicose (Psycho, 1960), o filme mais marcante de sua carreira e seu maior sucesso comercial.

Dono de apuradíssimo tino para os negócios, também usou alguns métodos ousados na época, para promover e ao mesmo tempo proteger sua obra.

Primeiro, o diretor pagou 5 mil dólares pelos direitos do logotipo criado pelo artista Tony Palladinopara a capa do livro. Depois, optou em não exibir Psicose para críticos e formadores de opinião – atitude essa que ia contra o que era considerado tradição e privilégio da indústria. Preocupado, Lew Wasserman, presidente da MCA, aconselhou o diretor a fazer o lançamento nacional do filme em milhares de cinemas logo depois da pré-estreia. A ideia era que, se o boca a boca destruísse o filme, pelo menos a reputação do cineasta manteria as pessoas indo ao cinema por uma ou duas semanas.

O que eles não sabiam era que o gorducho tinha em mente um golpe publicitário que se revelaria depois um dos mais bem arquitetados de todos os tempos. Na falta de uma história conhecida, de uma produção grandiosa e de astros que garantissem a bilheteria, Hitchcock explorou seus três bens mais valiosos: o título, o final chocante e sua própria figura, como um mestre de cerimônias de um macabro circo de horrores.

Anúncio colocado nas paredes dos cinemas

As Ameaças de Morte

Na pré-estreia, em 16 de junho de 1960, em Nova York, o diretor testou a sua campanha publicitária incomum que envolvia a entrada do público no cinema. Se fosse bem-sucedida, seria reproduzida por todo o país. Todo anúncio em jornais e revistas reforçava que “ninguém, absolutamente ninguém, será admitido no cinema depois do início de cada sessão de Psicose”. O diretor não apenas sugeriu, como também exigiu que a proibição fosse um pré-requisito contratual para qualquer cinema que programasse o filme. Para racionalizar ainda mais,Hitchcock e a Paramount enviaram para eles dois manuais de vendas elaborados (e cheios de uma irresistível vigarice). Cada um tinha mais de vinte páginas, e o diretor detalhava pessoalmente o como e o porquê de seus “truques” publicitários.

Ele também distribuiu cartazes de papelão de um metro e meio de altura com a figura de Hitchcockjuntamente com mensagens gravadas para o público: “Senhoras e senhores, como vão? Devo me desculpar por incomodá-los. No entanto, essa aglomeração e espera são boas para vocês. Vão fazer com que apreciem as poltronas lá dentro. E vão fazer com que apreciem Psicose. Vejam vocês, este filme é muito melhor se visto pelo começo e prosseguindo dali para o fim. Sei que esse é um conceito revolucionário, mas descobrimos que Psicose é diferente da maioria dos filmes e não deve ser visto depois de começado”.

Os exibidores foram aconselhados a instalarem alto-falantes do lado de fora com a seguinte mensagem: “O gerente deste cinema foi instruído, sob ameaça de morte, a não admitir ninguém após o início do filme. Quaisquer tentativas espúrias de entrar por portas laterais, saídas de incêndio ou dutos de ventilação serão impedidas à força. Disseram-me que esta é a primeira vez que essas medidas excepcionais estão sendo necessárias, mas é a primeira vez que se vê um filme como Psicose”. Claro que era uma brincadeira, e tudo fazia parte do marketing de Psicose.

No final de cada sessão é necessário fechar as cortinas da tela logo após os créditos de encerramento e manter a sala no escuro por meio minuto. para que o filme ficasse indelevelmente gravado na mente do público.
Só pra garantir que o “cartaz” fique bem visível…


3 Trailer Para Todos Dominar Conquistar

Um dos recurso mais poderosos de Hitchcock para promover Psicose foi a trinca de trailers. O primeiro reforçava a política de que ninguém seria admitido no cinema após o início do filme, o segundo estimulava a discrição do público.

Porém, o mais inovador era o terceiro: um tour de seis minutos do diretor pela casa e pelo motel dos Bates. Hitchcock não queria que o público visse nenhuma cena antes do lançamento. Então utilizou os serviços de James Allardice que desenvolveu um texto irônico no qual o diretor atua como guia. Note que é Vera Miles quem grita no chuveiro – tudo para proteger a surpresa de que era Janet Leigh quem acabaria em apuros.

"Por Favor, não conte o final do filme. É o único que temos"

O diretor ainda gravou uma dúzia de comerciais para o rádio, um deles dizia: “Não é verdade, como foi dito que Psicose é capaz de apavorar o espectador até ele ficar sem fala. Eu soube que muitos homens mandaram suas esposas ao cinema na esperança de que isso realmente acontecesse.” – Qual seria a reação do público, se esse comentário fosse usado na divulgação de um filme hoje em dia? Qual seria a sua reação?

Claro que Alfred Hitchcock sabia da qualidade técnica do seu filme, e do impacto da sua estratégia de divulgação. O que ele não sabia quando embarcou para Nova York em 16 de junho de 1960, as vésperas da pré-estreia, era que tudo aquilo mudaria sua vida profissional para sempre. O poder de Psicose sobre o público e seu impacto no cinema internacional, foi grande, sobretudo nele.



quarta-feira, 14 de maio de 2014

The Walking Dead promove doação de sangue global


Em Portugal, aproveitando o sucesso da série “The Walking Dead“, o canal FOX e o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) abriram a primeira loja de sangue Walking Dead, onde a moeda de troca é o sangue.

Na loja instalada em um centro comercial de Lisboa, os produtos com a marca da série como livros, t-shirts, armas domésticas, posters, canecas e vídeo games, podiam ser trocados por doações de sangue.

A “The Walking Dead Blood Store” funcionou de 7 a 16 de fevereiro e os organizadores falam de um aumento incrível de 571% em doações de sangue em comparação com o ano anterior, sendo que 62% do total de doações foram feitas por doadores que nunca tinham doado sangue antes.

Esta ideia chamou a atenção dos fãs e da mídia. O conceito foi tão poderoso em envolver os fãs pessoalmente e emocionalmente, que deverá ser replicado em vários países, entre eles está incluído o Brasil.

Confira algumas fotos da Loja de Sangue:


Confira um vídeo da ação: